Ponte Vila Any-Itaim. A luta continua!

Renato apresentando as questões do viário

Renato apresentando as questões do viário

No dia 22 de março de 2013, as lideranças, tanto do Itaim, como da Vila Any convidaram a população para ouvir os parlamentares sobre como anda as questões com relação a ponte que liga as duas regiões. Estiveram presentes o mandato do Prof. Rômulo, os deputados Alencar e Bitencourt, e vereadores de Guarulhos, além do subprefeito de São Miguel.

Depois de muita pressão das lideranças o Governo do Estado de São Paulo aceitou pagar metade da obra. Mesmo sabendo que a obra é de total responsabilidade do Governo do Estado, já que liga duas cidades e está sobre um rio, a prefeitura de Guarulhos já garantiu sua parte para a construção da ponte e agora aguardamos a resposta da prefeitura de São Paulo. Guarulhos, também, foi responsável pela elaboração do projeto que já foi concluído. Após a resposta da prefeitura de São Paulo, os próximos passos são a abertura do processo licitatório e em seguida, início das obras.

Outra pauta discutida na reunião foi os impacto que a construção da ponte irá causar em ambos os lados. Um fluxo maior de veículos está previsto vindo de São Paulo para acessar a Rodovia Ayrton Senna, porém este acesso não está adequado para o fluxo de veículos que se espera. Além disso, pede-se um novo acesso para o terminal de cargas que fica em Itaquaquecetuba para aliviar o fluxo de caminhões na região, pois a circulação deste causam vários problemas no viário. O movimento levará estas revindicações ao Governo do Estado para que possa tomar providências para atender com dignidade a população desta região.

Não podemos deixar de falar da demora e o descaso com que o Governo do Estado de São Paulo está tratando a questão. Assumiu apenas a metade da responsabilidade, não enviou nenhum representante para a reunião de ontem, na qual foram convidados por diversas vezes, não responderam aos questionamentos feitos sobre os acessoas a Rodovia com ações efetivas. Se fosse uma obra em uma região central, como já aconteceu, a solução seria bem mais rápida. Como trata-se de uma obra na periferia, o tratamento é o que vemos hoje.




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