Guarda compartilhada

Com  o término de um relacionamento,  muitas vezes há necessidade de definir como será a guarda dos filhos: se ficarão com o pai, com o mãe, ou até mesmo com ambos.

Sendo o caso levado à Justiça, sempre prevalece o interesse do menor e a guarda será concedida àquele que tiver melhores condições de exercê-la.

O tipo de guarda mais frequente é aquele no qual a criança fica com um dos pais (90% dos casos fica com a mãe) e outro pode visitá-la em dias e horários previamente combinados.

Já na guarda compartilhada não existe uma divisão de tempo e espaço do filho. Os pais devem decidir, juntos, a vida da criança: onde mora, onde estuda, quem é seu médico, quem são os seus amigos, se vai ou não a um curso de natação, etc..

O filho pode ter ou não o seu “cantinho” nas duas casas, mas o mais recomendável é que exista uma residência fixa.

Todavia, somente é possível estalecer a guarda compartilhada quando os pais tem os mesmos valores (sociais, religiosos, éticos, etc.) e conseguem superar os rancores conjugais, mantendo um bom relacionamento, pois somente assim poderão partilhar decisões a respeito do melhor para a criança.

 Essa modalidade de guarda favorece o desenvolvimento emocional da criança e permite o convívio dela com o pai e com a mãe de maneira igual.

De qualquer forma, as peculiaridades de cada caso definirão o tipo mais adequado de fixação de guarda.

 Francisco José da Costa Ribeiro

Advogado Especializado nas áreas Cível e de Família

OAB/SP nº. 123.847

Av. Jurema, 51, sala 01, Pq. Jurema – Guarulhos/SP

Telefax 2484-5615

franciscoribeiro4@yahoo.com.br




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